Mundo (3º bimestre) - 2016


Falso assalto de atletas americanos domina noticiário estrangeiro

NBC estava no aeroporto quanto nadadores foram tirados do avião.
CNN transmitiu ao vivo a coletiva da polícia sobre o caso.


O caso dos nadadores americanos teve muito destaque no noticiário internacional. No começo da semana, quando a história do assalto veio à tona, os jornais americanos publicaram na capa: "Roubados na Olimpíada!"
No “New York Post”, a foto do nadador Ryan Lochte com as mãos para o alto em Copacabana.
Mesmo os jornais mais respeitados, como o “The New York Times”, desegunda-feira, traziam o tom de: "Eu já sabia".
O incidente confirmava as expectativas dos americanos de que o Rio é uma cidade violenta. Mas não tocaram mais no assunto quando as primeiras contradições vieram à tona.
Até que os nadadores foram retirados do avião. Foi pouco antes de a rede NBC entrar com a cobertura da Olimpíada. Era a notícia mais importante. O repórter estava no Aeroporto do Galeão
Direto do Parque Olímpico, o âncora tentou explicar ao público americano que, para os brasileiros, não se tratava mais apenas de uma investigação criminal, mas de relações públicas. Que se a história fosse mentira, ela precisava ser desmentida. E que se fosse verdade, a polícia brasileira precisava mostrar para o mundo que apura um caso desses até as últimas consequências.
Mas nem todo mundo tomou o mesmo cuidado.
Nancy Armour, colunista do jornal “USA Today”, escreveu que era irrelevante se a história era ou não mentira. Que o Rio é, sim, uma cidade violenta, e que a polícia deveria ter algo mais importante para se preocupar. E aconselhou, ironicamente, que os nadadores escapassem pela fronteira com a Argentina.
Na tarde desta quinta-feira (18), a colunista Christinne Brennan, do mesmo “USA Today”, defendeu que Lochte seja banido para sempre do esporte.
Tanta polêmica foi a capa da edição digital dos jornais dos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, França, Austrália. Todos traziam a história e suas versões.
A CNN transmitiu a coletiva da polícia ao vivo. Comentaristas passaram a tarde opinando.
O Departamento de Estado americano enviou uma nota dizendo que soube do caso pela imprensa e que, como de praxe, vai fazer de tudo para que os nadadores sejam tratados de forma justa de acordo com as leis locais.
As pessoas na rua dizem que querem esperar para ter certeza. Um casal disse ter a impressão de que essa foi a olimpíada mais violenta de todas. Mas não soube citar um caso de violência.
Uma senhora diz que acredita na justiça. Americana, não na brasileira. Outra diz que está enojada com os atletas, que eles envergonham os americanos, e que são garotos brancos privilegiados, que no brasil é o equivalente a playboy.

Hashtag #Lochtegate foi empregada para comentar caso nas redes sociais; reação nos EUA se dividiu principalmente entre críticas e ironias

Nas redes sociais, esse é um dos assuntos mais comentados. A maioria, de brasileiros e americanos que criticam Ryan Lochte. E ele viu tudo isso porque postou atualizações sobre a cor de seu cabelo e um vídeo cômico em que deseja feliz aniversário a uma amiga.
O nadador, que ainda não tinha sido encontrado pela polícia, bloqueou na quarta-feira (17) sua conta em uma rede social de fotos.
Nenhum dos atletas se pronunciou sobre o caso e suas reviravoltas. Mas, na internet, as pessoas seguem cobrando, no mínimo, um pedido de desculpas.



   Tudo começou em uma segunda-feira quando a mãe do nadador Ryan Lochte vai em programa de televisão nos E.U.A  dizer que o filho havia ido assaltado no Rio de Janeiro, Lote não é um nadador qualquer é um atleta que já recebeu 12 medalhas olímpicas sendo 6 delas de ouro e o oitavo atleta com maior numero de medalhas olímpicas na estoria dos jogos.
  Lochte então vem a publico dizer que ele e outros atletas voltavam de uma festa quando foram abordados em uma falsa blitz  por assaltantes que estavam vestidos de policiais, contou que teve US$400,00 dólares roubados, mas os ladões bonzinhos teriam deixado ele e os outros atletas com suas credenciais olímpicas alem de outros documentos e telefones celulares. Uma falsa blitz só para roubar US$400,00 dólares me senti humilhado agora por esse ladões brasileiros, por que verdade seja dita isso nos sabemos fazer bem.
   E nesse suposto assalto agora à mão armada sofrido por Ryan Lochte no Rio de Janeiro está provocando todo o tipo de repercussão. As melhores reações, naturalmente, são as bem-humoradas. Parte da mídia americana está rindo muito do nadador e já o classificam de mentiroso e até burro. 
  Por que Lochte inventou a história do assalto? Na resposta a indagação, podemos usar uma bela carga de ironia: “Talvez o nadador de 32 anos precisasse pedir dinheiro para a mãe depois de perder tudo que tinha no posto de gasolina? Talvez Lochte seja apenas burro? 
  Mas de qualquer forma a mentira ficou pior ao ter que devolver o premio recebido nos jogos olímpicos e pagar uma pequena multa, pois é por causa de R$100,00 e US$ o bolso ficou mais bem dolorido agora.  Além da perda dos patrocinadores, a minha mãe sempre diz que a mentira tem pernas curtas e causam consequências, ai esta o nosso exemplo.


Reviravolta no caso dos nadadores americanos, 
Polícia afirma que eles não foram assaltados

Educação (3º bimestre) - 2016

Educação e respeito começam em casa


 Muito se fala, não é de hoje, do comportamento da juventude nas escolas. Das dificuldades encontradas por professores em gerenciar o comportamento do alunado nas salas de aula, por variados motivos. Por exemplo, pela falta de respeito pelo mestre que acredita em seu ofício exercido cotidianamente, muitas vezes com muito gosto. Mas atropelado,  pela volúpia de meninos e meninas, de rapazes e de moças que são filhos de uma geração que vivenciou muitas transformações e em nome de suas experiências vem conduzindo a educação de seus filhos, em meio a uma realidade repleta de desafios.

                  A era da mídia e da internet levam os adolescentes a uma excitação contínua face a um volume assustador de tanta informação que brota em cada lugar: na TV, nos jornais, em revistas, na web, nas trocas com os amigos.

                  As crianças desde cedo são expostas a um sem número de informações, que as levam sem perceber, a amadurecer abruptamente, sem ter tempo o suficiente de curtir devagarzinho o que cada parte da infância e da adolescência demanda. É um corre e corre incessante em nome não sei do que.

                  O poder da disseminação de informações gerados pela a globalização, chegou arrasando quarteirões. Não é de hoje. Cabe a nós educadores, pais, mães, avós, tios, padrinhos, amigos, procurar acompanhar de perto e com muita propriedade o dia-a-dia de uma geração que interage com um mundo que é comandado por uma quantidade de dados desmedida.

                  Aonde está o tão estimulante hábito da leitura, pergunto eu? Desde que o mundo é mundo, o fascínio exercido pelos textos, em forma de livros tem sido perdido pela velocidade com que as informações invadem os nossos lares, a mente de quem os recebe, muitas vezes subliminarmente ao marketing que a vida de hoje encontra-se embebida.

                  Não adianta lutarmos contra uma máquina avassaladora, que é claro, tem muitas qualidades. Temos que nos acostumar a nova era, procurando concomitantemente, resgatar valores que tem sido perdido diante de tanta novidade.

                  Acompanhar a velocidade do aparato tecnológico que os dias de hoje estão embebidos, requer não apenas verba, mas também e principalmente clareza para discernir dentre um volume exacerbado  de informações, o que é realmente essencial, à formação do caráter dos nossos meninos e meninas que serão os futuros dirigentes da nação.

                  O amor, essencial a todos nós, desde o útero materno, tem sido colocado em segundo plano, em nome da correria desenfreada que a vida da atualidade demanda.                   Fica um empurra empurra da educação dos filhos. Os pais a reclamarem da escola, que por sua vez conclama uma participação mais efetiva dos pais no estabelecimento do que é minimamente necessário: o acompanhamento cotidiano e a orientação do que é "certo" e do que é "errado desde", desde o acordar até o dormir dos filhos.

                  A vida profissional dos pais, não pode e nem deve ser empurrada ladeira abaixo, pelo menos por dois motivos. Um deles: ninguém vive de brisa. O salário no inicio de cada mês é necessário para dar conta, das contas que batem a porta de cada cidadão. Segundo, a realização dos que além de ser pais, são seres que tem desejos genuínos de se colocarem no mundo como seres atuantes de uma engrenagem excitante, não pode e nem deve que ser deixada de lado.

                  Como coadunar dois papeis que são tão fundamentais a cada um de nós? É claro que não há fórmulas a serem seguidas. Cada família tem características próprias. Tem um código que permeia a sua existência, que varia de lar para lar. Mas, não é por causa disso que vamos fechar os olhos para a nossa responsabilidade de pai e de mãe. Dê professor e professora.

                  Não podemos nos deixar ser engolidos pela pressa que a vida de hoje grita em alta voz.

                  A qualidade das relações são pedras basilares na formação da personalidade de nossos filhos. Dependendo da nossa postura, pode ser que, sem nos darmos conta, venhamos a criar máquinas de reprodução de paradigmas, ocos de emoções.

                  Vai aqui uma proposta de reflexão: será que estamos nos doando de coração à família que constituímos? Ou estamos  nos deixando levar, por uma onda gigante, por tissunames, que arrebentam cidades e vidas, que abruptamente precisam ser reconstituídas com um enorme esforço conjunto?

                  Pais e mães, desdobram-se sobre numa busca desenfreada de reunir condições de oferecer a seus filhos, muitas vezes o que não tiveram, por contingências da vida. Mas, esquecem-se de que o mais essencial é o carinho percebido e demandado pelos filhos, é a qualidade das horas em que passam juntos em cada dia. É a necessidade que crianças e adolescentes clamam do estabelecer de limites, sem os quais se perdem mais facilmente em função de tanta confusão a que estão expostos.

                  É bem verdade que a teoria na prática é outra, mas se não paramos para analisar o que fazemos com nossas vidas e com a de quem nos é caro, quem fará isso por nós?

                  Sobreviver, sobrevivemos a vária intempéries, mas se pudermos tentar lapidar as nossas atitudes, cada um dentro das suas possibilidades, estaremos contribuindo com um viver mais profícuo, disseminando através de nossas atitudes qualidade de vida, que as vezes é produto escasso no mercado.

                  Aos professores o que lhes é de direito e de dever, aos pais o mesmo. Aos nossos filhos todo o respeito e um carinho desmedido, no meu ponto de vista, fator determinante de futuro bem vindo. 


  Educação vem de casa e não se aprende na escola como por exemplo, rabiscar a mesa da escola, quebrar as coisas, aposto que isso você não faz  em casa então porque você tem que fazer isso na escola.
  Como diz a reportagem as crianças desde sedo tem que amadurecer muito rápido e deixam de ser crianças muito cedo e acabam não sabendo o que é ser criança.
    As mães de hoje educam sim seus filhos mas algumas não lembram,  Então os pais tem que aprestar mais atenção no seu filho, saber como ele é fora de casa, pois nem sempre o modo de comportamento é igual.

Saúde e bem estar (3º bimestre) - 2016

Música faz bem a saúde do coração e proporciona alegria e bem-estar

A escolha do acorde certo é fundamental para o sucesso do tratamento



Que a música faz bem ao corpo e a mente, todo mundo sabe (ou já sentiu). Você ouve um acorde ali, outro acolá e em poucos segundos é tomado por emoções que acalmam fazem você viajar no tempo e relaxar. 

Mas você sabia que além de relaxar, alegrar e trazer à tona lembranças e saudades, a música pode agir em nosso organismo curando doenças? 

Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina da Universidade de Maryland, em Baltimore, nos Estados Unidos, analisou 10 mil voluntários fumantes e sem problemas de saúde. 

Entre outras atividades, os cientistas pediram aos pacientes voluntários que elegessem uma canção que os fizesse se sentir bem e outra que aumentasse a ansiedade. 

Após a pesquisa, os cientistas perceberam que os vasos sanguíneos dos braços dos voluntários se dilataram em 26% após ouvirem uma música alegre, enquanto as canções que lembravam tristeza e causavam ansiedade provocaram uma redução de 6% no fluxo sanguíneo.



Você sabe porque isso acontece?

Quando escutamos música, nosso ouvido transforma os sons em estímulos elétricos que chegam ao nosso cérebro provocando o aumento da produção de endorfina. 

Este hormônio, por sua vez, causa sensação de bem-estar e relaxa o corpo, diminuindo os batimentos cardíacos e a pressão arterial. 

"Nosso organismo é dotado de uma Identidade Sonora, chamada de ISO, que comanda nossa percepção e produção dos sons. Quando há um desequilíbrio neste sistema, a pessoa doente se sente menos motivada e mais triste e a música consegue trazer de volta o equilíbrio que ela precisa", explica a fundadora e coordenadora do curso de musicoterapia da FMU, Maristela Smith. 



Como funciona a Identidade Sonora

Todos nós nascemos dotados da capacidade de produzir sons universais, como tossir, espirrar, estalar os dedos, dentre outros, porém, através de nossa identidade sonora, produzimos estes sons de maneiras distintas e somos capazes de identificar as diferenças. 

Assim, um simples espirro, por exemplo, é um som produzido por todos, porém, cada um de nós tem um jeito particular de espirrar. E isso acontece com todos os outros sons produzidos pelo nosso corpo: batimentos cardíacos, pulsação, andar, dentre outros. 

Quando uma pessoa está doente, estes sons internos acabam saindo de seu ritmo natural, que é harmônico, entrando em desequilíbrio, e é nesse momento que a música pode ser usada como tratamento. "Através de sons externos, ou seja, da música e de outros sons corriqueiros no dia a dia, conseguimos trazer de volta este paciente para o seu equilíbrio rítmico e isso favorece a sua recuperação", explica Maristela. 


Mas não é só ao coração que a música fez bem

A sensação de prazer enquanto escutamos uma música é tão grande, que ela se tornou instrumento de terapias médicas auxiliando na recuperação de pacientes com diversos males e tem dado grandes resultados. 

São hipertensos, doentes crônicos, crianças com problemas cognitivos e até portadores de necessidades especiais: "a musicoterapia tem o poder de curar ou ao menos amenizar os problemas de saúde dos pacientes sem o uso de medicamentos. Não que ela substitua o tratamento convencional, mas muitas vezes agiliza o processo de recuperação diminuindo o sofrimento do doente", explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara. 



Como funciona a musicoterapia?

As sessões são em grupo ou individuais e dependem muito do perfil de cada paciente. Em geral, eles passam por uma avaliação, através de um questionário em que têm que relatar todo o seu histórico de saúde e suas preferências musicais, e depois por sessões de audição e produção de diversos tipos de sons.

"A ideia é perceber as reações do paciente a cada som que ele escuta para então identificar o que mais mexe com suas emoções. Depois disso, vamos aliar atividades que tenham a ver com o seu problema a músicas que o trazem ao equilíbrio", explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara. 


Histórico musical

Embora muita gente confunda, o histórico musical da pessoa não está diretamente relacionado ao gosto pessoal dela, e sim as reações que ela tem a determinados sons.

Dessa forma, você pode gostar de rock, mas ficar com dor de cabeça ao ouvir este gênero durante muito tempo. 

"O histórico pode sim ser determinado pelo gosto particular, mas em geral, está ligado a nossa memória auditiva que registra as sensações que determinadas batidas causam em nosso organismo fazendo com que sempre que a escutemos, sintamos a mesma sensação", afirma Suzana.  



Se a música não agrada, a dor pode ser maior

Suzana explica que a escolha da música é fundamental para a cura do paciente. Escolher a música inadequada para o estado clínico da pessoa pode intensificar os sintomas e até causar efeitos contrários graves, dependendo do caso. 

"Se o paciente sofre de algum distúrbio psíquico, por exemplo, e ouve uma música que o deixa alterado, ele pode chegar a ter um surto psicótico, por exemplo. Por isso, é preciso muita observação durante os primeiros dias do tratamento e ao histórico musical da pessoa", explica.

Fonte: Minha Vida

   Nossa acho que quase ninguém sabia que a musica pode curar doenças, achei isso muito interessante. 
   Minha mãe falou que eu gosto de musica desde de bebê que eu parava para ficar escutando as musicas que ele colocava para ouvir.
   Fico pensando que o cara que criou os primeiros acordes musicais foi cara que mudou a vida de muitas pessoas, é engraçado também como as palavras rimam ficam bonitas juntas em uma melodia e fazem total sentido, tanto que algumas resumem o que esta acontecendo na sua vida atualmente.  

   É interessante também por que antes de ler essa reportagem eu achava que quando diziam que a musica faz bem para o coração eu acharia que na verdade ela esta querendo dizer que faz bem para nossa alma, para nossa pessoa em si, porem não faz bem pra o coração literalmente. 
  A musica é uma terapia barata que quase todo mundo pode ter, e pode ser uma das melhores, pois muitas terapeutas não conversam com você nem perguntam e esperam que nós comecemos a falar por isso é melhor simplesmente ouvir oque a musica esta dizendo e se encaixar na história.