Ciências (4º bimestre) - 2016

Por que a parafina da vela não queima?


Faltou energia elétrica? É hora de tirar as velas da gaveta para não ficar no escuro, elas queimam por horas e são uma boa fonte de luz, sem contar que também são muito baratas e são encontradas em qualquer mercado.

Se você acender uma vela logo que a noite chegar, posso garantir que na hora de dormir você terá que apagá-la, mas, como com que um simples barbante coberto por cera pode durar tanto tempo?

Em primeiro lugar vamos entender como funcionam os componentes principais de uma vela, o pavio e a cera. O pavio é um simples barbante absorvente que, se queimado sozinho, queimaria em menos de dez segundos e a cera de parafina é um hidrocarboneto pesado que vem do óleo cru. Opa, hidrocarboneto de óleo? Isso não deveria queimar?

Sim, e é exatamente o que acontece, a parafina e o barbante trabalham juntos para manter a vela acesa por mais tempo.

Quando a chama é acesa pela primeira vez no barbante, esse aquece rapidamente a cera de parafina, que sai do estado sólido e entra no estado liquido, a partir daí a mágica começa a acontecer, o barbante, por ser absorvente, absorve a parafina que agora está no estado liquido para si, essa é atraída para o topo do barbante por ser um combustível, o calor da chama a transforma em vapor e esse vapor é queimado no topo do barbante. Eis que surge a chama que queima tão lentamente.

O pavio não queima nesse processo porque a parafina o mantém isolado das chamas quando atinge o seu topo, ele só vai ser queimado novamente quando toda a cera ao seu redor tiver sido derretida e a parafina tiver evaporado, isso explica o fato das velas mais grossas durarem mais e é por isso que a vela demora tanto para ser queimada.

Concluímos com a matéria de hoje que em uma vela, na verdade não é o pavio que gera a chama, mas sim a parafina! Também vimos que a parafina é a responsável por você poder ter a mesma luz durante a noite toda.


As velas realmente são um sistema incrível de iluminação: o combustível é a embalagem. Existem duas partes que trabalham juntas numa vela:
o combustível, feito de algum tipo de cera
o pavio, feito de algum tipo de corda absorvente
A cera de parafina pode se queimar sozinha, mas ela é como óleo de cozinha, de motor e carvão, que você tem que esquentar muito para começar a combustão. Um incêndio no óleo é muito intenso e muito difícil de se apagar. A parafina é a mesma coisa. Numa vela, isto funciona muito bem: só a pequena quantidade de cera do pavio está quente o bastante para evaporar e queimar.
Então legal saber de tudo isso, então agora tome cuidado a onde você vai acender uma vela, para não pegar fogo a onde não deve.

Politica (4º bimestre) - 2016


Como é eleito o Presidente dos EUA?


O Presidente dos Estados Unidos é eleito pelo voto do Colégio Eleitoral

As eleições presidenciais nos Estados Unidos da América parecem confusas para você? Não se preocupe, é por que elas são mesmo confusas. A principal diferença entre eleger um presidente lá e no Brasil é que por aqui o voto direto do povo é que manda. Já nos EUA, o voto popular não conta tanto assim. Entenda melhor:

Regras do jogo

Para se candidatar à Presidência nos Estados Unidos é preciso ter 35 anos de idade ou mais, ser nascido no país e viver lá por pelo menos 14 anos.

Além disso, o voto nos Estados Unidos é feito por meio de cartões perfurados e, o principal, não é obrigatório. Para se ter uma idéia da participação política dos norte-americanos, na última eleição para Presidente, dos cerca de 300 milhões de habitantes do país, apenas 142,072 milhões de eleitores se registraram para votar.

As eleições ocorrem, geralmente, no mês de novembro.

Eleições Primárias

Em primeiro lugar, os norte-americanos escolhem os candidatos à Presidência de cada partido. Há vários partidos nos EUA, porém, os dois majoritários e que elegem mais Presidentes são o Democrata e o Republicano.

Para decidir quem representará o partido nas eleições, são feitas eleições primárias (ou prévias) em todos os Estados, para que o povo escolha quem será o candidato de cada partido. Quem escolhe os candidatos à indicação do partido são os delegados partidários. Cada Estado, então, decide como serão as primárias, abertas, fechadas, livres ou do tipo “cáucus”. Dessa forma, decidem se os votantes devem ser filiados aos partidos, se podem participar das prévias dos dois partidos, e etc.

As prévias começam bem antes das eleições à Presidência e o candidato escolhido é confirmado nas Convenções Partidárias. O candidato nomeado como candidato à Presidente escolhe quem será o seu vice.


Colégios Eleitorais

Como foi dito acima, nos Estados Unidos, o povo não vota diretamente em seu candidato à Presidência da República. A população decide quem vai escolher o seu líder governamental, os chamados “superdelegados” (ou apenas delegados).

Mas vamos por partes: cada estado tem um número de delegados, que é relativo ao número de habitantes. Quanto mais populoso o Estado, maior o número de delegados. Assim, é constituído o Colégio Eleitoral estadual, que deve ter, no mínimo, três delegados. Como a Constituição, em 1787, instituiu a autonomia dos Estados, cada um dos 50 existentes nos EUA decide como escolherá seus delegados (se os eleitores devem ser filiados ou não aos partidos, por exemplo).

Ao todo, há um número de 538 delegados que fazem parte do Colégio Eleitoral nos Estados Unidos. Para ser eleito, o candidato deve ter o voto de 50% mais um dos delegados (271). Por mais que o candidato tenha votos populares, o mais importante é ter votos do Colégio Eleitoral, pois é ele que escolhe o novo Presidente.

Na maioria das vezes, o Colégio Eleitoral segue a tendência dos votos populares, elegendo o mesmo candidato votado pelo povo. Porém, por quatro vezes, os delegados optaram por um candidato não escolhido pelo voto popular. Em 2000, por exemplo, o candidato democrata Al Gore teve mais votos populares que o republicano George W. Bush, um total de 51.003.926 contra 50.460.110. Porém, Bush teve mais votos no Colégio Eleitoral (271 a 266) e acabou elegendo-se Presidente dos Estados Unidos.

O Estado com o maior número de delegados é a Califórnia, que possui 36 milhões de habitantes e 55 delegados. Vencer na Califórnia representa conquistar 10% dos votos de todos os delegados do país e uma vantagem para o candidato.

Parte de cédula eleitoral do condado de Davidson, no estado do Tennessee, nos EUA

Curiosidades 

♦ Esse modelo de eleição foi instituído no momento da criação da Constituição dos Estados Unidos, em 1797. Naquela época, cada Estado queria manter seus direitos, principalmente os menores, que temiam ser dominados pelos maiores. Os líderes estaduais não confiavam no povo para escolher o Presidente e, então, decidiram que mandariam seus delegados (como seus representantes) para fazer a eleição. 

♦ Se nenhum candidato conseguir o número de votos no Colégio Eleitoral necessário para ser eleito Presidente (217), a Câmara de Representantes decide quem será o novo líder governamental dos EUA. 

♦ Nos EUA, há também eleições para substituir 34 dos 100 Senadores, os 435 Deputados e os governadores de alguns estados. 

♦ O mandato de um Presidente nos Estados Unidos dura quatro anos e ele só pode ser reeleito uma vez, como no Brasil.


Fonte: Mundo Educação


Ou seja... Complicado votar? complicado se eleger? ou os EUA que estão certo? Não é essa bagunça igual aqui do Brasil onde o Palhaço, o analfabeto, a fanqueira, qualquer um pode se candidatar, la até o delegado de policia é o povo quem escolhe, enquanto aqui ficamos a merce de pessoas corruptas e S... (não sei se posso escrever isso mas fica a minha intenção). Onde até o presidente que leva um impeachment por roubo tem direito a aposentadorias e mordomias para o resto da vida (já não basta o que ele roubou?) e depois de um tempo pode se eleger de novo, como é o caso do nosso ex presidente Fernando Collor de Mello e agora a nosso ex presidenta Dilma Vana Rousseff, tinha que dar era cadeia para eles e deixa-los sem nada assim como estão deixando os nosso aposentados.

Complementado a matéria.
As eleições presidenciais dos Estados Unidos oferecem muitas opções para aqueles que se recusam a votar na democrata Hillary Clinton ou no republicano Donald Trump. Na verdade, os eleitores têm este ano centenas de candidatos para escolher -- na Comissão Eleitoral Federal há mais de 1.800 candidaturas registradas, embora muitas sejam de pessoas que aparentemente não fizeram campanha de fato.
Existem três formas de concorrer à presidência dos Estados Unidos: sendo indicado por um partido, como candidato independente ou como candidato inscrito. Os mais conhecidos e votados sempre são os do primeiro tipo, neste ano representados por Hillary, Trump, Johnson e Stein.
Para um independente, já é difícil até mesmo ter seu nome incluído nas cédulas. Para isso, é preciso apresentar uma petição somando pelo menos 880 mil assinaturas em todos os 50 estados do país. As únicas exceções são os estados de Colorado e Louisiana, que aceitam o pagamento de taxas no lugar de assinaturas.
Já os inscritos não aparecem nas cédulas, e os eleitores precisam escrever seus nomes ao votar. Para se candidatar nessa categoria, 34 estados exigem o preenchimento de um requerimento para que possíveis votos sejam válidos e outros sete dispensam esse procedimento. Nove estados, porém, não aceitam as candidaturas de inscritos.
De acordo com uma pesquisa, a grande maioria dos americanos (60%) gostaria de alterar o sistema eleitoral nos Estados Unidos.
Quase metade (45%) acha que o país deve passar totalmente para o sistema "uma pessoa — um voto".
Respondendo à pergunta: ''Você concorda com o atual sistema eleitoral nos Estados Unidos"? 15% dos americanos responderam que gostariam de mudar para um novo algoritmo de votação que incluísse princípios do sistema atual e do sistema "uma pessoa — um voto". Apenas 22% dos habitantes dos EUA consideram que o atual sistema deve permanecer, 16% responderam "não sei" e 2% deram outras opções de resposta.

Educação (4º bimestre) - 2016

Em que país os alunos passam mais tempo na escola?


Na Austrália, onde os alunos passam mais de 20 anos de sua vida na escola. Isso significa que um australiano estuda 20,3 anos, do ensino fundamental até terminar a faculdade! É essa média de anos de estudo da população a variável analisada pelo Global Education Digest de 2007. O estudo é uma publicação anual da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Outros órgãos fazem a medição em horas-aula diárias, como a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas, como consideram menos países, não é possível cravar um resultado preciso. Um dos países que têm mais horas-aula, por exemplo, é a China, cujos dados a OCDE não conta. Mas, segundo a Chinese Youth and Children Research, as crianças chinesas podem passar até 12 horas diárias estudando, até nos fins de semana! Então, se você reclama de que passa tempo demais na escola aqui no Brasil, confira abaixo quantos anos alunos de diversos países passam esquentando a bunda na carteira e como é a vida de estudante mundo afora.😉

LANTERNINHA

Os piores do ranking, além destes três países, incluem Benin, Burkina Fasso, Burundi, República Centro-Africana, Comores, Costa do Marfim, Etiópia, Mali e Togo, todos com 0,1 ano. Em Mali, só 19% do povo é alfabetizado

FORA, ESTRANGEIROS

Apesar da boa posição na lista, a Bélgica é dureza para os estudantes estrangeiros ou descendentes de imigrantes. Lá, eles têm a menor chance de chegar à universidade e, em matemática, têm desempenho muito pior que os nativos

ESCOLA EM CASA

Nem só de escolas formais vive a Dinamarca. Lá, o childminder, pessoa que cuida de quatro ou cinco crianças a partir de 26 semanas de idade em sua própria casa, é reconhecido oficialmente pelo Estado como educado.

HERANÇA SOVIÉTICA

A herança dos tempos da União Soviética ainda é sentida no país. Um exemplo disso é o sistema educacional. Muitas escolas, mesmo de educação infantil, ensinam em russo, e não na língua oficial do país, o estoniano.

DO BÁSICO AO SUPERIOR

Quantos anos os estudantes ralam na soma dos ensinos fundamental, médio e superior

FIM DA FILA

Níger, Djibuti e Burkina Fasso também vão mal na lista do acesso à educação por gênero. No Níger, os garotos estudam um ano a mais do que as garotas. A vida escolar no país dura, em média, 4 anos para eles e 2,9 para elas.

E$TUDO EM ALTA

Dos países que aparecem no pódio dos anos de estudo, o único que também figura entre os que mais gastam em educação, em proporção do produto interno bruto, é a Islândia. O país investe 7,7% de sua renda em educação.

CULTURA NATIVA

Os maoris, povo nativo da ilha e que representa 1/7 da população neozelandesa, estão ganhando popularidade. Desde 2002, o número de estudantes nas escolas públicas que ensinam a língua e a cultura desse povo cresceu 16%

WELCOME, WORLD!

A Austrália é o quinto país que mais recebe estudantes estrangeiros de nível superior, atrás de EUA, Reino Unido, França e Alemanha. Em 2005, os forasteiros eram 207 264, a maioria vinda de nações da Ásia.


Cruz Credo !!! Não gosto nem de pensar em estudar seis horas e meia por dia , imagina 20 anos ...!!! Mas sempre devemos ver tudo pelo seu lado BOM , tipo o bom disso é que essas pessoas vão ser muita educadas e vão ter uma garantia de ser pelo menos alguém na vida , enquanto isso , em muitos países as pessoas não são tão educadas e não tem essa garantia de ser alguém , incluindo o nosso país ! Porém para algumas crianças que estudam durante essa quantidade de anos pode ser ruim , porque nem todas as crianças se dão bem com as outras e acabam sofrendo BULLYING e assim o colégio vira uma prisão , onde não há quem goste de você ou alguém que você goste , bom esse é o lado ruim . Mas esse benefício de ser uma pessoas com muitos conhecimentos , é realmente ótimo para sua carreira profissional . Talvez nem tudo seja tão ruim , quanto parece !!!