Te Contei? (3º bimestre) - 2014
Famosos tomaram banho de água fria por uma boa causa
Quem entrou nas redes sociais nos últimos dias se deparou com vários vídeos de famosos tomando um verdadeiro banho de água fria. Ou melhor, gelada! O chamado "desafio do balde de gelo", ou ice bucket challenge, é o motivo de tudo isso. A brincadeira surgiu nos EUA, começou com Pete Frates, portador de esclerose lateral amiotrófica e idealizador da campanha que arrecada fundos para o estudo da doença. A ideia da brincadeira é que o desafiado deve doar US$10 se derrubar um balde de gelo em si mesmo, senão, deve desembolsar US$100. Além disso, a pessoa deve recrutar três amigos para participar.
Após grandes nomes como Bill Gates e Mark Zuckerberg participarem, ele caiu nas graças das celebridades, que passaram a cumprir o desafio, muitas vezes, sem lembrar os fãs da campanha. Por isso, surgiram muitas críticas ao movimento, até de famosos.
Ronaldo preferiu ficar sequinho.
Ronaldo é um exemplo. Ele postou em seu Instagram foto do recibo de sua doação e texto explicando porque não gravou vídeo.
— Aos amigos que me desafiaram vou ficar devendo o banho mas o mais importante eu fiz e desafio a todos a fazerem o mesmo! #desafiodogeloela #desafiodogelo #icebucketchallenge.
Marcos Mion também mostrou o comprovante antes de começar.
"Ao contrário do que muitos podem pensar, o banho gelado não é uma brincadeira, mas um símbolo da campanha MUNDIAL no combate contra a Esclerose Lateral Amiotrófica. O objetivo dessa campanha é angariar recursos para incentivo nas pesquisas da Cura da ELA (ALS, em inglês). Uma doença que faz cada dia mais vítimas. Aqui no Brasil, a Associação Pró-Cura da ELA precisa de MUITA ajuda", escreveu o apresentador, que mostrou aos seguidores como doar.
Deborah Secco cumpriu o desafio, postou vídeo e ainda mostrou sua doação, lembrando os seguidores que é importante contribuir.
— Missão cumprida! Obrigada pelo convite, Amigales! Colaborem, se puderem! ❄️ #DesafioDoBaldeDeGelo #DesafioDoGelo
Thaíssa Carvalho foi outra que mostrou o recibo e ainda mostrou como doar.
— Vamos ao que importa de verdade? Minha parte foi feita, quem quiser entender melhor a campanha, pode obter informações nos sites: www.abrela.org.br www.procuradaela.com.br / Para doação: Razão Social: Associação Pró-Cura da Esclerose Amiotrófica Lateral. Banco Bradesco (237). CNPJ: 18.989.225/001-88 Agência: 2962-9 Conta Corrente: 2988-2 #desafiodogelaela #alsicebucketchallenge.
Rodrigo Simas também aproveitou o começo do vídeo para exibir o comprovante de doação.
Críticas
O sempre polêmico Felipe Neto não mostrou nota fiscal, mas criticou quem postou vídeos nas redes sociais. Na sua opinião, é melhor doar R$100 para a campanha do que tomar um banho de água gelada.
— Não participarei do desafio do balde de gelo por motivos de: 1) Sou fresco com água gelada. 2) Acho q doar R$100 p/ campanha é melhor.
O humorista Rafinha Bastos nem tocou no nome da campanha e somente não perdeu a piada. Ele fez vídeo criticando a falta de água em São Paulo.
Assim como Charlie Sheen, que somente derrubou um balde com US$10 mil na cabeça, dinheiro que vai doar a ALS Association e chamou Chuck Lorre, Jon Cryer e Ashton Kutcher, colegas de Two and a Half Man, para fazer o mesmo.
Steve-O, do Jackass, também falou sobre o assunto no Facebook após sofrer críticas dos seguidores por questionar sobre as doações.
"PARA TODAS AS PESSOAS QUE FICARAM BRAVAS COMIGO POR ESTE VÍDEO: Desde o começo do desafio, mais de US$ 15 milhões foram levantados para a pesquisa da ELA. Eu acho isso ótimo, mas quando você considera a lista de celebridades classe A que participaram da causa postando vídeos e que não há mais do que 15 milhões de dólares, é uma tragédia. É trágico porque eu acho que muitas destas celebridades nem se incomodaram em mencionar como e onde doar. A maioria só derrubou água sobre as suas cabeças e nomeou três pessoas aleatoriamente, sem falar "ajudem a causa" que realmente beneficia vítimas da ELA", escreveu, antes de dar as coordenadas para quem quisesse doar.
Para que você entenda o real o desafio começou com uma brincadeira entre amigos onde um desafiava o outro em jogar um balde com água e gelo na cabeça ou doar US$100,00 para uma instituição de caridade na época qualquer instituição, nos EUA, as campanhas são feitas para ajudar instituições, o americano Kennedy passou o desafio para frente e escolheu a associação que ajuda portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) doença degenerativa do sistema nervoso que que acarreta paralisia motora progressiva isso tudo em 16 de Julho e era tudo anonimo ate chegar em Pete Frates, ele nem é muito famoso, porem ele tem muitos contatos e também tem a doença, então ele pegou esse desafio, fez e gravou, jogou nas redes sociais e virou febre, e todos os famosos estão fazendo. E o mais legal é que não só estão derramando o balde de água fria como também estão fazendo as doações.
Lendo mais sobre essa matéria em vários site, vi que as críticas também não tardaram. A campanha tem sido classificada como “slacktivism” — (algo como ativismo preguiçoso ou, melhor ainda, sofativismo. Se alguém quiser dar dinheiro para um hospital, não precisa passar por isso). Mas a campanha é legal e uma brincadeira divertida, pena que a nossa conscientização só vem após um famoso tentar começar a ajudar e não dura por muito tempo, será que em 2015, as entidades voltarão ao patamar de doações de sempre? acredito que o Desafio do Balde de Gelo não será mas lembrado por ninguém. Mais ou menos como o Harlem Shake.
Então vamos deixar de ser cínicos e parar de reclamar, claro que tem muitos famosos querendo posar de bacana, mas e dai? As doações cresceram e a conscientização também. Só isso já é o que importa. Essa campanha eu apoio. Então quem você desafia? Mas não vai esquecer de fazer a sua doação...
Para quem não conhece esse é Pete Frates, ex jogador de baseball americano
Fonte: R7 Entretenimento
Educação (3º bimestre) - 2014
Quais países estudam a história do Brasil?
Europeus, africanos e asiáticos se dedicam ao tema, mas pouco. O assunto geralmente é ensinado dentro da história da América Latina
Zé Carioca ainda é um porta-voz do Brasil. A animação da Disney Você Já Foi à Bahia? (1944), estrelada pelo papagaio, é muito usada na hora de introduzir o Brasil em salas de aula no exterior. "O desenho foi criado como parte da política de boa vizinhança", diz Lise Sedrez, professora da UFRJ, que lecionou nos Estados Unidos. O destaque dado em classe depende das relações - históricas, culturais, comerciais etc. - entre os países. "Nos EUA, as escolas de ensino médio que ensinam português também tratam da história brasileira", diz Lise. Lá, é comum escolas próximas a comunidades de brasileiros ensinarem essas disciplinas. Já o país historicamente mais ligado a nós, Portugal, não dá tanta importância ao tema (veja abaixo). Outros europeus, como Espanha, França e Reino Unido, encaixam o assunto na grade de história da América Latina. Historicamente, o Brasil ainda é periferia.
O passado brasileiro no mundo
Temas e personagens nacionais estudados além das fronteiras
América
Nos países latinos, o tema mais recorrente é Getúlio Vargas, que é discutido junto a seus pares populistas, como Juan Domingo Perón, na Argentina. Nos EUA, os assuntos mais comuns são colonização e escravidão.
Europa
O tema é pouco discutido e aparece em subdivisões da disciplina que podem soar estranhas para nós, como história atlântica. Nem Portugal dá destaque. Lá, o Brasil é estudado junto com o finado império português.
África
Embora alguns países africanos compartilhem conosco o colonizador e, consequentemente, a língua, eles não se aprofundam em nossa história. Angola e Moçambique, por exemplo, enfocam só a escravidão.
Ásia
Há institutos específicos no Japão. Mas no Timor-Leste, ex-colônia de Portugal, é pior. Verônica Lima, da Universidade Nacional do país, diz que o maior contato com nossa cultura vem da música sertaneja. Ai, Se Eu te Pego é o novo Zé Carioca.
O que poderíamos dizer sobre isso? Acho a valorização da pátria tem que ser interna e não externa e o estudo da História é uma rica oportunidade de aprender com os acertos e com os erros da demais nações. E por aqui pouco se dá valor ao ensino como um todo. E antes de . querermos que outros países estudem nossa história nós, brasileiros, deveríamos nos aprofundar na história de nosso país e se formos estudar o mundo todo é muito conhecimento para ser passado no período tão curto que é o tempo de aula.
Fonte: Super Interessante
Ética e Cidadania (3º Bimestre) - 2014
Polícia Encontra Homem Com Alzheimer Desaparecido.
Há muitos anos que Melvyn e Doris são casados, e infelizmente o Melvyn sofre de Alzheimer há cerca de três anos. Desde essa data têm acontecido alguns episódios marcantes na vida de Melvyn causado pela doença, mas nenhuma bate esta história que aconteceu.
Dois policiais conseguiram encontra-lo na estrada e ele não sabia onde era a sua casa e nem para onde estava indo. Observou-se que ele estava obcecado em cumprir uma missão… uma missão emocionante. Ao saberem dessa missão, os policiais o ajudaram secretamente.
A missão de Melvyn era de comprar flores para a sua mulher, como sempre fez desde o nascimento do seu primeiro filho.
“É espetacular quando o Amor se torna um instinto.” Um vídeo que vale a pena ser visto e compartilhado com todos os amigos e familiares.
É inacreditável o que ser humano consegue fazer quando o Amor se torna um instinto. Mesmo que a cabeça esqueça, o coração lembra.
Achei essa estoria bem legal, pelo fato do que os policiais fizeram, ao descobrir que Melvyn estava em uma missão e não iria para casa até cumpri-la, E o mais legal foi que eles secretamente resolveram ajudar Melvyn, os policiais ajudaram ele a escolher as flores e quando Melvyn se dirigiu ao caixa e não tinha dinheiro suficiente para pagar as flores, vocês reparam quem pagou a diferença? O policial demonstrando um ética de boa conduta. O fato ocorrido das flores foi muito legal, mas o que os policias fizeram também e merece o seu destaque... Parabéns a eles, pena que nos não encontros muitos policiais assim... Principalmente aqui no Brasil
Fonte: Compartilhável
Politica (3º bimestre) - 2014
A política brasileira sem Eduardo Campos
A morte do candidato do PSB tem o aspecto grave, entre outros, de representar uma perda séria no processo de renovação geracional na política brasileira
A morte de Eduardo Campos, num desastre aéreo em Santos, passa a constar das grandes tragédias ocorridas na política brasileira, em que líderes desapareceram de maneira traumática.
Entre elas, há o suicídio de Getúlio Vargas — também em agosto, mês de má fama na crônica da política nacional —, o desastre automobilístico de que Juscelino Kubistchek foi vítima, o desaparecimento no mar de Ulysses Guimarães e Severo Gomes, além do drama da morte de Tancredo Neves, eleito numa eleição indireta, mas com apoio popular, e que não conseguiu subir a rampa do Planalto.
O desaparecimento de Eduardo Campos tem, entre outros, o aspecto grave de representar uma perda séria no processo de renovação geracional da política brasileira. Com 49 anos, neto de Miguel Arraes, histórico político pernambucano, Campos se firmava como uma liderança que permaneceria no cenário nacional, mesmo se não saísse vitorioso nas urnas de outubro, ainda que sequer fosse ao segundo turno.
Não há dúvida que a campanha de 2014 projetaria o candidato, ex-governador de Pernambuco, presidente do PSB, para além das fronteiras do seu estado e do Nordeste.
A perda de um político jovem, com capacidade de liderança — independentemente de partido e ideologia —, tem característica negativa especial num país que passou 21 anos numa ditadura militar (1964-1985), sem portanto formar quadros num ambiente institucional de liberdades.
Por este motivo, a política brasileira retomou a atividade na democracia ainda com lideranças das décadas de 1950 e 60. O apagão causado pela ditadura na prática impediu a formação de quase uma geração de políticos.
Os sobreviventes do regime militar desenvolveram virtudes, mas também deformações, cultivadas na resistência ao arbítrio. Eduardo Campos já se formou em outra atmosfera, com menos intolerâncias, uma virtude.
A aliança que lhe propôs Marina Silva, depois de não conseguir registrar seu partido Rede, foi prontamente aceita. O ato abriu-lhe novos espaços, os quais ele ocupava com habilidade, aparando arestas criadas pelas dificuldades previsíveis na articulação de propostas do PSB com a plataforma ambientalista da Rede, com a qual Marina atraiu dissidentes do Partido Verde, entre outros.
Enquanto se diluirá o trauma do desaparecimento do candidato à Presidência, seguirão os ritos legais para sua substituição na chapa do PSB, provavelmente pela vice Marina.
Neste caso, haverá todo um debate sobre qual agenda preponderará, se a do PSB ou da Rede. Mas pode ser que Marina e Campos já houvessem consolidado um campo comum de propostas, a serem reafirmadas por pessedebistas e marineiros. Resta esperar.
O certo é que as eleições de 2014 já entraram para a História. Infelizmente, com uma tragédia.
A coligação tem 10 dias, a contar de quarta-feira, para apresentar uma nova candidatura. A propaganda eleitoral gratuita deverá começar, na terça-feira, ainda sem uma definição. Confira, a seguir, alguns dos cenários mais prováveis e que fatores pesam contra ou a favor para cada um deles.
Marina Silva, que poderá substituir Eduardo Campos, ainda não se pronunciou sobre seu futuro na eleição
1.Candidatura de Marina Silva
A favor: a candidata somou perto de 20 milhões de votos na eleição passada e poderia captar parte do eleitorado de Dilma e de Aécio. Em uma pesquisa Datafolha publicada em abril, somente Marina Silva garantia um segundo turno com Dilma entre cinco cenários avaliados, com 27% dos votos. O irmão de Eduardo, Antônio Campos, já afirmou que gostaria de vê-la candidata. Líderes dos partidos que compõem a coligação e do próprio PSB já defenderam publicamente o nome de Marina, como o deputado federal Júlio Delgado (PSB/MG).
Contra: encontra resistências de empresários e representantes do agronegócio desde sua gestão como ministra do Meio Ambiente (2003 a 2008) do governo Lula. Além disso, é contrária a acordos políticos costurados em Estados como São Paulo (com PSDB) e Rio de Janeiro (com PT), o que exigiria difíceis negociações. Outro fator é que seu projeto político é implantar seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade. Nesse caso, mesmo em caso de sucesso na eleição, o PSB poderia acabar sem um legado político. Por essas razões, encontra resistências internas no PSB, como a do presidente da sigla, Roberto Amaral.
2.Busca de um outro candidato
A favor: escolher outro candidato resolveria dilemas políticos da sigla — como a possibilidade de Marina investir em sua Rede Sustentabilidade após a eleição ou implodir acordos regionais firmados pelo PSB contra a vontade da atual candidata a vice. Os principais nomes da legenda, hoje, são o senador Rodrigo Rollemberg, atual candidato a governador do DF, os deputados federais Beto Albuquerque (RS) e Márcio França (candidato a vice de Alckmin em São Paulo) e Julio Delgado (MG). França evitou apoiar publicamente Marina, com que já tinha pouca afinidade, o que pode ser um indício de que preferiria outro candidato.
Contra: a morte de Eduardo Campos não deixou um segundo nome com destaque nacional que fosse um candidato natural a ocupar sua vaga na eleição. Outras figuras de peso, como Cid e Ciro Gomes, deixaram o partido recentemente. Nesse caso, a probabilidade de o partido conseguir vaga em um eventual segundo turno diminuiria consideravelmente com um nome de seus próprios quadros. Uma alternativa seria Roberto Freire, presidente do PPS e aliado do PSB.
3.Apoio a Dilma Rousseff
A favor: o PSB tem afinidades com o PT — Eduardo Campos e Marina Silva já integraram o governo petista, ela como ministra do Meio Ambiente, ele como ministro de Ciência e Tecnologia de Lula. O presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, também já foi ministro de Ciência e Tecnologia de Lula. Cogita-se que ele aceitaria uma recomposição com o PT para apoiar Dilma.
Contra: há uma forte corrente no PSB que defende a candidatura própria a qualquer custo. O presidente do PSB paulista, Marcio França, já declarou que "não há possibilidade" de o partido desistir de apresentar um candidato. A adesão a Dilma significaria abrir mão de se apresentar como uma terceira via alternativa ao PT e ao PSDB.
4.Apoio a Aécio Neves
A favor: o PSB firmou aliança com o PSDB no Estado mais importante do país, São Paulo, e em outros sete Estados. O presidente da legenda em São Paulo, o deputado federal Márcio França, é candidato a vice de Geraldo Alckmin nas eleições estaduais, o que já marca uma aproximação importante.
Contra: o apoio a Aécio é uma possibilidade distante, até o momento. O próprio candidato a vice de Alckmin manifestou publicamente a determinação do PSB apresentar um candidato próprio — com a missão de romper a dualidade entre PT e PSDB no país.
5.Neutralidade na eleição
A favor: seria uma alternativa a uma eventual falta de acordo interno do PSB à indicação do nome de Marina Silva ou à definição de outro candidato.
Contra: esse cenário, até o momento, é pouco provável. A ideia não vem sendo defendida, ao menos abertamente, por líderes do PSB e dos partidos coligados. A tendência é de buscar um nome para concorrer no lugar de Eduardo Campos.
Não entendo nada de politica, então vamos recorrer a papai e mamãe para me ajudar...
Bom apos mostrarem suas opiniões me falaram que:
O único nome de peso do PSB é do Marina, e ela poderia fazer toda a diferença. Muitos indecisos e os que não ia votar em nenhum dos três candidatos poderiam votaria nela, e se a Marina for candidata deve tirar votos da Dilma, por questões ideais. Seus votantes são mais semelhantes. Aí devemos ter 3 candidatos com chance de ganhar a eleição. Mas tem um problema que anteriormente Marina tinha conquistado pontos com eleitorado evangélico, nesta eleição temos o candidato Pastor Everaldo do PSC que esta em quarto lugar na intenções de voto.
Entendi que politica é enrolada cada um tem a sua opinião e que são totalmente divergentes.... Mas deixo aqui os meu pêsames a família de Eduardo Campos, que deixa esposa e 5 filhos entre eles um bebezinho de 7 meses, que infelizmente devido a esse trágico acidente, não vai poder ter seu pai presente.
Fonte: O globo
Fonte: ZH Eleições 2014
Ciências (3º bimestre) - 2014
Maior superlua do ano acontece neste domingo; entenda o fenômeno
Quem adora admirar a lua tem um bom motivo para olhar para o céu na noite deste domingo (10), quando a Lua cheia coincide com o momento em que ela está mais próxima da Terra, gerando um fenômeno mais conhecido como superlua.
O termo astronômico mais correto para esse momento em que o satélite está mais próximo da Terra é que ele está em seu perigeu. Denilso Camargo, astrônomo da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) traduz: "A trajetória da Lua em torno da Terra não é circular, é elíptica, por isso a distância Terra-Lua varia no decorrer do tempo. Quando a Lua está no ponto mais próximo da Terra, o termo correto é que está no perigeu e quando está no ponto mais afastado dizemos que está no apogeu".
Lua é fotografada de Washington, nos EUA. Neste domingo (10), pode ser vista a maior superlua do ano. O fenômeno ocorre quando a Lua cheia coincide com o momento em que ela está mais próxima da Terra. Esta é a maior superlua do ano
Esta é a maior superlua do ano, pois ela está a 356.896 quilômetros do nosso planeta. O tamanho do fenômeno varia, pois depende do intervalo entre o ápice da Lua cheia e o perigeu. "Quanto mais próximo do perigeu ocorrer o ápice da Lua cheia, maior será a superlua. Como esse intervalo de tempo é menor em agosto, esta superlua será maior do que a próxima, marcada para 8 de setembro", explica Camargo. Segundo ele, as superluas de 2015 já têm data marcada: 29 de agosto, 28 de setembro e 27 de outubro.
Como a Lua é um dos corpos mais brilhantes no céu --só perde para o Sol--, não é difícil enxergar o fenômeno. No entanto, o astrônomo afirma que o momento mais apropriado para observar e tirar fotos é quando a superlua está próxima do horizonte. "Quando a Lua nasce ou se põe (chamado de ocaso), ela está próxima do horizonte e nessas situações podemos comparar o seu tamanho angular (tamanho no céu) com o tamanho dos prédios e de outros objetos próximos. Quando ela está no meio do céu, perdemos esse referencial de medida", afirma Camargo.
Quem tiver um telescópio simples ou um binóculo poderá até ver as crateras provocadas pela queda de meteoritos na superfície da Lua. Mas, segundo o professor doutor do departamento de Astronomia do IAG-USP Eduardo Cypriano, a superlua não é o momento ideal para ver as crateras do astro. "Quando a Lua está cheia, a luz incide diretamente no solo, portanto a dimensionalidade se perde. Quando ela não está toda iluminada, é mais fácil observar os buracos e montanhas", afirma.
Para observar melhor o fenômeno, segundo Cypriano, o ideal é estar em regiões pouco iluminadas, com baixa nebulosidade. "Quanto mais alto, melhor a pessoa enxerga a superlua, pois uma quantidade menor de luz atravessa as camadas da atmosfera", explica.
Veja algumas dicas para fotografar a Superlua
- Tire a câmera do modo automático
- Para fotografar bem, a primeira coisa é mudar a operação do modo automático para manual e ajustar o ISO para um nível baixo, como 100 ou 200, para minimizar o ruído. A velocidade do obturador escolhido depende da luz ambiente e do efeito que deseja alcançar
- Ajuste a velocidade do obturador
- Como a Lua é uma fonte de luz brilhante e se move com rapidez, use a velocidade de obturador curta para evitar borrões na imagem
- Abertura da câmera deve ser estreita
- Lembre-se: para fazer um registro da Superlua bem nítido é preciso usar uma abertura mais estreita, mais de f /8
- Foco deve estar no manual
- Para ajudar a identificar exatamente qual o ângulo da Superlua que você quer fotografar, use o foco manual.
Apesar do termo "super" a Lua de hoje não ficará o dobro do tamanho como eu pensava e as pessoas pensa. O Fenômeno da Super lua é imperceptível a olhos nus.
Superlua é a ocasião na qual o nosso satélite natural se encontra mais próximo da Terra. Em geral ocorre três vezes por ano (nesse ano 12 de Julho, 10 de agosto e 9 de setembro), na sua fase nova ou cheia. Por estar mais próxima da Terra, vemos Lua mais brilhante que o normal e ela pode parecer até 14% maior em tamanho.
Porém, em um evento como a Superlua, essa distância pode chegar a 363.104 km. Mas no dia 10 de agosto, às 17:44, a distância da Lua a Terra será de 356.896 km, ou seja ela esta bem mas próximo a terra alem de estar no ápice da lua cheia. Para quem não sabe estar no seu ápice que dizer estará no seu máximo bem cheia no caso da lua...
Quando acontecerá novamente esse ano: 9 de setembro.
As superluas de 2015 já têm data marcada: 29 de agosto, 28 de setembro e 27 de outubro.
P.S.: Conclusão todos viram a super lua, menos a porcaria do Rio de Janeiro que resolveu ficar com o tempo nublado no dia e acabar com a minha festa, pelo menos ainda tive o dia dos Pais para me divertir.
Fonte: Uol Notícias Ciência
Cultura (3º bimestre) - 2014
Festival leva músicos internacionais para tocar nas estações do Metrô Rio
Evento apresenta 12 atrações de 8 países que tocarão de graça.
Seis estações receberão os shows entre 12 e 15 deste mês.
Banda alemã Art of Fusion é uma das que tocarão no metrô do Rio
O evento reunirá 48 apresentações gratuitas de atrações internacionais de cidades como Barcelona, Nova York, Londres, Paris, Montreal, Moscou e Berlim, além de três artistas do Rio de Janeiro. De 12 a 15 de agosto, durante o dia e a noite, espera-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas confiram os shows durante todo o festival. As apresentações acontecem nas estações Siqueira Campos, Carioca, Central, Pavuna, Uruguai e General Osório. Confira a programação neste site.
“O Brasil não tem tradição de músicos de metrô e a proposta de realizar o evento numa metrópole como o Rio de Janeiro é atrair a atenção para uma iniciativa que busca incentivar a abertura deste espaço”, diz Marcelo Beraldo, idealizador do festival. “Além do que, se pensarmos em abrangência e audiência, estamos falando de um dos maiores festivais de música do mundo”, acrescentou.
O metrô do Rio de Janeiro, que sedia o festival, se prepara para manter a música pelas estações cariocas: "O Red Bull Sounderground será o primeiro passo para levar uma experiência musical aos usuários do MetrôRio. Novas intervenções serão desenvolvidas, organizando o espaço para apresentações musicais nas estações”, diz Andre Salles diretor de marketing do MetrôRio.
Conheça os músicos:
Akil Dasan — Estados Unidos (Nova York): Da infância à adolescência, Akil tocou piano, guitarra, bateria, fez aulas de canto, participou de jams de jazz e blues e estudou música na universidade. Da Filadélfia, sua cidade natal, ficou também um pouco da influência hip hop. Dessa mistura musical, Akil reúne referências que vão de Bach a Bob Marley e recorre aos instrumentos que estiverem por perto, como sintetizadores e pianos.
Anatol — Espanha (Barcelona): Fundir e mesclar estilos musicais do Leste Europeu com outros mais ocidentais - esse é o objetivo do cantor Anatol, nascido em Moldávia, país da Europa Oriental situado entre a Ucrânia e a Romênia. Seu primeiro contato com o acordeão foi aos 10 anos e, de lá pra cá, nunca mais largou o instrumento. Tornou-se, além de músico de metrô, professor e intérprete especializado em acordeão.
Cecília Bellorin — Espanha (Barcelona): Cecília nasceu na Venezuela, mas mudou-se para Espanha no começo dos anos 1990. Já trabalhou com teatro, cinema e televisão e faz parte da Associación de Músicos del Metro. Além disso, já liderou diversas bandas de diferentes estilos, entre eles, jazz, salsa, bolero, funk, folclore venezuelano e música experimental.
Marcato Duo — França (Paris): Marcato é uma dupla de músicos de tango parisiense formado por Martin Piragino, um argentino de Buenos Aires, e Sedar Koç, de Istambul, mas que mora em Paris desde criança. O duo que leva o tango para as estações de metrô é influenciado por rock and roll clássico, com doses de jazz, soul e música africana.
Naadia — Rússia (Moscou): A imprevisibilidade de tocar nas estações de metrô de inúmeras cidades do mundo é o que move o duo de Moscou. O projeto Naadia é formado por Mariia Teriaeva (guitarra elétrica) e Nadezda Gritzke (sintetizador), com sua voz marcante. O duo é jovem, mas acumula experiências de outras bandas e prefere não definir um estilo musical.
Nomadic Mystics — Inglaterra (Londres): Formado por onze músicos que tocam diversos instrumentos, desde kora (instrumento comum ao povo africano) até saxofone, Nomadic Mystics mistura música africana com ritmos, como jazz e funk. Para o Red Bull Sounderground, o coletivo britânico se apresenta em formato afro-reggae acústico, representado por três integrantes: Andrew Rodrica Ward, Tunde Jegede e Chukwuka Fortune Echefu.
Street Meat — Canadá (Montreal): Jean Phillipe (vocal e baixo), Paul Dawson (guitarra, banjo e bateria) e Lucas Choi Zimbel (guitarra, acordeon e vocal) começaram a tocar nas ruas de Montreal como parte vibrante da comunidade de músicos de metrô e trazem um repertório de composições autorais e covers, com influências de rockabilly, gypsy jazz, bluegrass e rock progressivo.
TheArtOfFusion — Alemanha (Berlim): Fundado por Rafael Sotomayor em 2006, em parceria com o sueco Hang, o projeto TheArtOfFusion se dedica à música e ao poder de juntar pessoas. O grupo é composto por músicos, dançarinos, cineastas, pintores e artistas de diversas partes do mundo. No Red Bull Sounderground, TheArtOfFusion será representado por Rafael Sotomayor (hang), Tomek Witiak (guitarra) e Lorenzo Dolce (saxofone).
Astro Venga – O grupo se autodenomina como móvel-sustentável, um projeto vivo de instalação em meio ao caos urbano. Tocam nas ruas do Rio de Janeiro temas nacionais e internacionais, juntos, na mesma versão. A banda é formada por Antônio Paoli (baixo), Dony Escobar (guitarra) e Zozio (bateria).
Duo Entre Rios — A dupla formada pela brasileira Dani Câmara e o argentino Rodrigo Toledo apresenta uma fusão musical entre as sonoridades brasileiras e latino-americanas usando percussão e toques latinos de violão.
Tautetêtitio — Crescidos em diferentes regiões do país, foi pela prática musical do dia a dia que Floriano Varejão (ES), Maria Tereza Gandra (MG) e Tauã Pinheiro (PE) descobriram sua expressão sonora. Os três músicos passeiam pelo samba, jazz, mpb, forró, chorinho, marchinhas de carnaval, ska e tudo mais que soe interessante.
Achei bem interessante essa ideia e os músicos participantes têm um trabalho independente, bastante voltado aos shows em lugares públicos acho que o público gosta de ouvir música enquanto espera pelo trem e isso chega até a ser associado com uma maior sensação de segurança, sem contar que me lembra quando fomos no Cristo, enquanto subíamos no trezinho foi uma turma com a gente tocando musica e isso foi muito legal, e bem divertido.
Fonte: G1
Saúde e bem estar (3º bimestre) - 2014
7 fatos que você precisa saber sobre o Ebola
A África vive a pior epidemia do vírus Ebola da história, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o dia 27 de julho, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. Fizemos uma lista sobre os principais fatos sobre a doença. Conheça:
1. Máquina mortífera
O Ebola é o micróbio mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo, uma marca impressionante. Isso acontece porque o vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, ao mesmo tempo em que destrói as células endoteliais dos vasos sanguíneos, causando hemorragias.
Os sintomas iniciais são comuns a várias doenças: febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite. Depois, começam as diarreias, náuseas e vômito, que são seguidas de insuficiência hepática e renal. No estágio final, hemorragias internas extensas acabam causando a morte. O período de incubação do vírus varia de 2 a 21 dias.
2. A cara do vírus
O formato e a aparência do Ebola não mudaram muito desde 1976. Ele tem cerca de 80 milionésimos de milímetro de largura e 970 milionésimos de milímetro de comprimento. E uma aparência de fio enrolado. Seu perfil genético também mudou muito pouco nos 38 anos desde a descoberta do vírus: apenas 1,5%. Comparado com um vírus como o HIV, que se altera tanto que impossibilita a criação de uma vacina, existem condições reais para o desenvolvimento de um tratamento eficaz para a doença. Porém, como o Ebola está restrito a populações africanas pobres e, em questão de quantidade, mata muito menos pessoas do que outras doenças, não há prioridade na criação desse tratamento.
Existem 5 subtipos do vírus Ebola, nomeados a partir dos locais em que foram descobertos. O Ebola–Zaire é o mais letal, com 83% de taxa de mortalidade. O Ebola Sudão tem 54%. Existem também os tipos Bundibugyo, Costa do Marfim e Reston (já falamos mais sobre ele no tópico abaixo).
3. Ebola pelo ar?
Em 1989, cinco macacos importados das Filipinas morreram num laboratório da cidade de Reston, nos Estados Unidos. Os animais morreram de hemorragia, vomitando e defecando sangue. O alarme soou com suspeita de contaminação por Ebola. Nos bosques próximos à cidade, uma operação militar sacrificou 512 macacos. Para piorar a situação, surgiu a descoberta de que o vírus do Ebola encontrado em Reston, ao contrário das versões do Zaire e do Sudão, era transmissível pelas partículas de água existentes na atmosfera – não só os macacos do laboratório morreram, do outro lado da cidade, outros sete animais tiveram o mesmo fim. Esse subtipo da doença, nomeado Ebola Reston, até hoje nunca contaminou humanos. Esperamos que continue assim!
4. Transmissão
O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluídos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. Para se ter uma noção, cabem cerca de 10.000 Ebola numa única gota de sangue. Na primeira epidemia, em 1976, no Zaire, foram 431 mortes. Nos outros principais surtos da doença, a média de mortos foi de 220 pessoas. Para a OMS, o crescimento da epidemia atual tem relação com a chegada do vírus nas áreas urbanas, onde há maior densidade demográfica.
Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro.
5. É possível uma epidemia global?
Para a Organização Mundial de Saúde, o risco de contágio para turistas que viajam para as áreas endêmicas é baixo, já que a forma de transmissão do vírus necessita de um contato mais direto com os doentes. Assim, eles acreditam que não há risco de disseminação global. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos também confirma que o risco do surto de Ebola se espalhar é remoto.
6. O mapa da epidemia
O nome do vírus vem do Rio Ebola, que fica na República Democrática do Congo, onde antigamente era o Zaire. Os pesquisadores decidiram não dar o nome de uma cidade para o vírus, para evitar estigmas. Até hoje, nunca houve nenhum caso humano de infecção com o vírus fora da África.
A descoberta do vírus foi feita por uma equipe de médicos belgas em 1976. Os países que já sofreram com o Ebola são: República Democrática do Congo, Gabão, Uganda, Sudão, Serra Leoa, Guiné e Guiné Equatorial. Os primeiros surtos ocorreram na África Central, e somente agora em 2014 que a doença apareceu na África Ocidental.
7. Diagnóstico
Como a gente já explicou, os sintomas iniciais da infecção do Ebola são comuns a várias doenças e uma das formas de garantir a sobrevivência do paciente é o diagnóstico rápido. São necessários cinco testes laboratoriais para confirmar a presença do vírus. O problema é que os testes são de grande risco biológico, já que o menor contato com o sangue pode transmitir o Ebola. Os agentes de saúde são muito suscetíveis a contraírem o vírus durante a identificação e tratamento dos pacientes. Houve um aumento no número de transmissões devido à falta de vestimentas de proteção, por exemplo.
Os Médicos Sem Fronteiras têm um grande trabalho de treinar equipes de saúde para tentar reduzir o risco de contaminação dos médicos e enfermeiras durante o tratamento, além de evitar a exposição ao vírus por meio de material contaminado ou lixo médico.
Agora sim estou despreocupado, nossa só ouvi falar desse tal de Ebola para cá, Ebola para lá, e fiquei preocupado, então resolvi pesquisar e dividir a minha pesquisa com vocês....
Descobri que:
Epidemia: "Uma epidemia se caracteriza pela incidência, em curto período de tempo, de grande número de casos de uma doença. "
Endemia:" "É uma doença localizada em um espaço limitado denominado “faixa endêmica”. Isso quer dizer que, endemia é uma doença que se manifesta apenas numa determinada região, de causa local."
Então como diz a minha mãe: "-Trocando em miúdos."
Endemia é quando você tem um número de casos CONSTANTES em uma certa localidade em um GRANDE período de tempo. o que não é o caso do Ebola.
Epidemia: é um SURTO(aumento significativo de infectados) de uma doença em um CURTO período de tempo em um local específico. (como foi o caso da gripe Espanhola)
Sem contar que o contagio do Ebola é bem difícil, e nos também não temos graças a Deus a mania de guardarmos nosso corpos para cuidarmos dele antes de fazer o enterro. Por que temos que nos lembrar que o corpo dos doentes continua oferecendo risco de contágio mesmo depois da morte.
Então galera fiquem despreocupados que essa doença não chega tão fácil ao Brasil, e mesmo se chegar termos bons recursos para não deixar ela se espalhar.
Fonte:Super Interessante



















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