Te Contei? (4º bimestre) - 2016

Matemáticos tentam desvendar segredo da 'xícara de café perfeita'


Tamanho dos grãos moídos e jeito de colocar a água na cafeteira são alguns dos fatores que alteram o gosto.

Matemáticos estão um passo mais perto de compreender o que faz a xícara de café perfeita.

Por meio de cálculos complexos, eles jogaram luz sobre os processos que determinam como o café é extraído dos grãos em uma máquina de filtro.

Isso poderia ajudar os consumidores a otimizar sua xícara, - para beber um café "perfeito" - aplicando uma abordagem mais precisa - e científica.

O trabalho foi divulgado na publicação científica SIAM Journal on Applied Mathematics.

O cafezinho, que é uma das bebidas mais consumidas no mundo, tem mais de 1.800 componentes químicos.

Estimativas sugerem que mais de dois bilhões de xícaras de café são bebidas todos os dias ao redor do mundo.

Buscar uma infusão "perfeita" do café parece ser uma empreitada subjetiva. Mas o trabalho de Kevin Moroney na Universidade de Limerick e de William Lee na Universidade de Portsmouth oferece uma melhor compreensão dos parâmetros que influenciam o produto final.

Enquanto estudos anteriores analisaram as matemáticas da extração de café, não houve muitas pesquisas sobre cafeteiras que usam filtros e despejam o café em gotas.

 Essas constituem mais de metade das 18 milhões de máquinas de café vendidas anualmente na Europa; elas funcionam despendo água quente sobre uma camada de café armazenado em um filtro de papel.

A gravidade puxa a água através do filtro, extraindo compostos solúveis do pó de café durante o fluxo.

"Nossa ideia geral é ter um modelo matemático completo que você poderia usar para projetar máquinas de café, um pouco como nós usamos uma teoria de mecânicos fluidos e sólidos para projetar carros de corrida." Dr. Lee disse à BBC News.

Ele disse que esse estudo foi um passo rumo a esse objetivo, acrescentando: "Nós olhamos para o efeito do tamanho do grão de café na maneira como o café sai de uma máquina de filtro".

"A coisa realmente surpreendente para nós é que existem dois processos pelos quais o café é extraído dos grãos. Há um processo muito rápido pelo qual o café é extraído a partir da superfície dos grãos. E então outro mais lento onde café sai do interior dos grãos."
Sabia-se previamente que os pós de moagem muito fina poderiam resultar em cafés muito amargos. Por outro lado, não moê-los o suficiente pode deixar o resultado final muito aguado.


"O que nosso trabalho tem feito é tomar essa observação e quantificá-la", disse Lee.

"Então agora, em vez de apenas dizer: 'Preciso deixar [os grãos] um pouco maiores', posso dizer: 'que quero extrair essa quantidade de café dos grãos, esse é exatamente o tamanho (de grão) que eu preciso."

Isso poderia ajudar bebedores de café - como o Dr. Lee - que moem seus próprios grãos a otimizar suas rotinas matinais.

O Dr. Lee diz que ajusta seu moedor ao maior tamanho possível. Ao fazê-lo, diz: "Os grãos triturados são um pouco maiores do que você obtém na trituração padrão, o que torna o café menos amargo. Em parte porque está ajustando essa relação entre o material que sai da superfície e o que sai do interior (do grão). Quando as coisas são maiores, você está diminuindo a área de superfície total do sistema".

"Além disso, a água flui mais rapidamente através de um café de moagem grossa, porque a água está gastando menos tempo em contato com o café, ajudando a reduzir a quantidade de extração também."

"Se é amargo, é porque você está aumentando a área de superfície dos grãos. Além disso, quando os grãos são muito pequenos, é difícil para a água deslizar entre eles, então a água está gastando muito mais tempo se movimentando entre os grãos - dando mais tempo para o café sair da solução. "

Mas o que para uma pessoa pode parecer amargo, para outra pode ser a xícara de café perfeita.


"Para aplicações industriais, esperamos que você possa otimizar a cafeteira para um determinado tamanho de grão. Você poderia ajustar o fluxo de água para que obtenha a extração perfeita", disse o Dr. Lee.

"Ou se a máquina de café tem um moedor integrado você tem duas variáveis para brincar. Você pode brincar com o tamanho da moagem e com a quantidade do fluxo."
Os pesquisadores estão agora olhando para a forma da camada de café moído preparada nas máquinas de filtro.

"A forma da camada de café muda enquanto você prepara a bebida. Quando entra, o pó fica depositado na parte inferior do filtro, mas no final do processo, está cobrindo as paredes do filtro. Isso também parece desempenhar um papel no gosto", disse o Dr. Lee.

"Isso nos permitiria mexer com outro grau de liberdade: como exatamente você coloca a água dentro da cafeteira. Você a coloca com um único jato no centro, como água saindo da torneira? Ou você usa algo parecido como um chuveiro, onde há água pingando de vários lugares? Eles teriam efeitos diferentes ao mexer na camada de café."

Fonte: BBC - Brasil


Eu já vi xícara para café e não de café...
Sim, xícara é "para" e não "de" café. Por outro lado, você diria que é uma tremenda falta do que fazer ficar elucubrando cálculos para definir milimetricamente (melhor, nanometricamente) o diâmetro de um grão de café (haja paquímetro). Esqueceu do coador de pano e do bule de ágate das antigas fazendas mineiras ou da casa da vovó? talvez fossem  o café perfeito, de fato.
Porem parece besteira mais eu acho que tem um interesse comercial nisso tudo pois assim empresas do tipo Nestlê poderiam otimizar seus equipamentos para fazer um café perfeito igual aos que já tinha no mercado!
-Você aceita uma café?

Cultura (4º bimestre) - 2016

A origem dos 15 sobrenomes brasileiros mais populares

Você já se perguntou de onde vieram nomes como Lima, Pereira, Rodrigues, Costa, Souza e tantos outros? Nós temos as respostas!



Silva, Santos, Lima, Oliveira… quando se tornou necessário criar mais distinções para as pessoas não se confundirem umas com as outras, o homem olhou para a vegetação, para a geografia e para onde mais houvesse inspiração. O resultado: uma mistura de sobrenomes que já têm vários séculos de idade. Saiba quais são os mais presentes entre a população brasileira e como eles surgiram. Obs.: Como não há listagem oficial dos sobrenomes mais comuns no Brasil, o ranking a seguir é baseado em dados da Telefônica Vivo (SP). Os dados são referentes a 2013, ano de publicação desta reportagem.


1. Silva

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 698.448

Acredita-se que surgiu no Império Romano para designar moradores de regiões de matas – “silva”, em latim, é “selva”. Trazido ao Brasil pelos colonizadores, foi adotado também por escravos libertos. O registro mais antigo por aqui é de 1612


2. Santos

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 426.453

Sua origem é religiosa: era dado, em Portugal, a quem nascia no dia 1º de novembro – o Dia de Todos os Santos. Cristãos-novos (judeus convertidos que viviam na Península Ibérica) também o adotaram para fugir da Inquisição


3. Oliveira

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 244.173

O primeiro português a usar seria dono de uma vasta plantação de oliveiras, a árvore que produz a azeitona. O mais remoto membro da família é o lusitano Pedro de Oliveira, que viveu há cerca de 700 anos. Uma oliveira pintada de verde figura no centro do brasão


4. Souza (e Sousa)

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 232.295

É derivado do latim (“saxa”) e quer dizer “seixos” ou “rochas”. O nome pertenceu a uma família portuguesa que tinha ancestrais entre os visigodos, povos bárbaros do norte da Europa. Tomé de Souza, primeiro governador-geral do Brasil, foi um membro ilustre


5. Lima

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 108.139

A maior hipótese é que venha do rio espanhol Limia. A palavra celta significaria esquecimento: segundo a lenda, quem atravessasse Limia perderia a memória. Em Portugal, uma das primeiras famílias foi a de dom João Fernandes de Lima, senhor das terras de Limia


6. Pereira

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 94.451

Ao que tudo indica, é uma referência a uma propriedade que tinha uma plantação de peras, a Quinta de Pereira, localizada ao norte de Portugal. Quem usou o nome primeiro foi um rico e poderoso senhor do século 13, chamado dom Gonçalo Pereira


7. Ferreira

Origem – Espanha
Quantidade em SP – 82.016

É uma referência a um lugar onde há ferro ou uma mina de ferro. Dom Álvaro Rodrigues Ferreira, que viveu na Espanha por volta de 1170, é, até onde se sabe, a pessoa mais antiga a ostentá-lo. No Brasil, foi introduzido por mais de uma centena de famílias diferentes


8. Costa

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 76.432

Estudiosos acreditam que tem origem geográfica: era usado para designar quem nascia em localidades junto ao mar (na costa), em oposição aos Silva, que viviam no interior – o que explicaria não haver importantes famílias Costa em Minas Gerais


9. Rodrigues

Origem – Portugal e Espanha
Quantidade em SP – 71.231

Nome medieval, surgido nos séculos 14 e 15. O sufixo “es” (em Portugal) ou “ez” (na Espanha) identifica o parentesco paterno. Rodrigues, portanto, significa “filho de Rodrigo”. Já Rodrigo vem do germânico Hrod-rich, que significa “rico em glória”


10. Almeida

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 62.814

A palavra, de origem árabe, é composta do artigo definido “al” e do substantivo “ma¿ida” (“mesa”). Foi adotada como sobrenome em Portugal, onde pode ter assumido sentido geográfico: seria uma referência a chão plano ou planalto


11. Nascimento

Origem – Portugal ou Holanda
Quantidade em SP – 60.145

Seria uma homenagem ao nascimento de Cristo: muitas crianças nascidas em 25 de dezembro o recebiam. Mas também pode vir do sobrenome Nassau, comum na Holanda. Nos países ibéricos, pessoas com Nassau como primeiro nome recebiam o sobrenome Nascimento


12. Alves

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 54.994

Abreviação de Álvares, que significa “filho de Álvaro” – portanto, um sobrenome patronímico (derivado do nome do pai). Certos historiadores acreditam que também possa vir de “alvar”, uma espécie de carvalho. Nesse caso, Álvares seria um lugar abundante em carvalhos


13. Carvalho

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 50.592

Os registros mais antigos remontam ao século 12. Faz referência à árvore de mesmo nome e é provável que seu primeiro adepto morasse perto de um carvalho. Boa parte dos Carvalho são judeus ibéricos convertidos, ou seja, que adotaram o sobrenome depois de sua origem


14. Araújo

Origem – Portugal e espanha
Quantidade em SP – 49.024

Acredita-se que tenha surgido na Galícia, região ao norte da Espanha que faz fronteira com Portugal. Rodrigues Anes de Araújo, senhor do Castelo de Araújo, que ficava por lá, foi provavelmente a primeira pessoa a usar o sobrenome, por volta do século 13


15. Ribeiro

Origem – Portugal
Quantidade em SP – 48.821

Tem origem no latim “ripariu”, que significa “rio pequeno” ou “riozinho”. Era adotado por pessoas que moravam em terras perto de cursos d¿água. Em Portugal, a família é de origem nobre e um de seus primeiros membros foi dom Ramiro, último regente do reino de Leão


Conheça as principais fontes de inspiração dos primeiros sobrenomes

Ocupação – No começo, muita gente escolheu sobrenomes que identificavam a profissão. É daí que vêm designações como Hunter (“caçador”, em inglês) e Carpenter (“carpinteiro”)

Localidade – Extremamente comuns, os sobrenomes toponímicos faziam referência a um lugar ou acidente geográfico onde a pessoa vivia. Exemplos: Fontes, Campos, Matos, Pinheiro, Ribeiro, Rocha, Costa, Silva…

Características – Traços físicos (“Pequeno”, “Longo”, “Forte”) também foram usados, assim como os de personalidade. Por exemplo: “Fox”, que quer dizer “raposa” em inglês, era usado para alguém considerado astuto ou inteligente, e “Fish” (“peixe”) para um bom nadador

Religião – Em países com forte influência religiosa, como Portugal, Itália e Espanha, era comum a adoção de designações religiosas, como Aleluia, Anjos, Assunção, Batista, Trindade e Graça, às vezes até como prenome

Adoção de mais de um nome surgiu por causa do aumento da população

+/- 2850 a.C. – Os sobrenomes passaram a ser usados há quase 5 mil anos, na China. Por volta de 2850 a.C., a população cresceu demais e já não dava para as pessoas terem um nome só. O Império Fushi então obrigou os chineses a ter três: um próprio, um da família e um terceiro extraído de um poema

+/- 500 a.C. – No Ocidente, o hábito foi adotado primeiro no Império Romano. Eles usavam três nomes: o “praenomen” (nome próprio), o “nomen” (que designava o clã ao qual pertenciam) e o “cognomen” (nome de família). Quando os romanos entraram em decadência, o uso dos sobrenomes caiu em desuso

+/- 1000 d.C. – Durante a Idade Média, com o crescimento da população, os sobrenomes ressurgiram na Europa. Era uma forma de identificar melhor as pessoas. Foram usados primeiro por nobres e senhores feudais e, depois, por comerciantes e plebeus. O mais comum eram os sobrenomes patronímicos, que fazem referência ao nome do pai (saiba mais na pág. 32)

+/- 1500 d.C. – No Brasil, os sobrenomes chegaram com a colonização. Cerca de 95% vieram de outros países, como Portugal, Japão, Alemanha e Espanha. Os 5% restantes têm origem indígena, como Capanema ou Pirajá. Muitos escravos libertos incorporaram os sobrenomes de seus antigos donos



Conheça os três sobrenomes mais comuns em alguns países do mundo

Alemanha – Müller, Schmidt, Schneider
Argentina – González, Rodriguez, Gómez
Canadá – Li, Smith, Lam
China – Wang, Li, Zhang
EUA – Smith, Johnson, Williams
França – Martin, Bernard, Dubois
Inglaterra – Smith, Jones, Taylor
Itália – Rossi, Russo, Ferrari
Japão – Sato, Suzuki, Takahashi
Portugal – Silva, Santos, Ferreira
Países árabes – Ali, Ahmedi, Ahmad


Árvores e bichos – Para fugir da Inquisição, muitos judeus e muçulmanos que viviam em Portugal e Espanha nos séculos 15 e 16 converteram-se ao catolicismo. Eles mudaram seus sobrenomes para coisas da natureza, como Leão, Carneiro e Pinheiro – embora essas nomenclaturas não sejam exclusivas deles

União pelo sangue – Não há sobrenome mais popular no Brasil do que Silva, mas esta não é a maior família do país, pois se divide em vários grupos familiares distintos. A maior família com laços consanguíneos é a dos Cavalcanti, de Pernambuco. Por lá, reza a lenda que “ou se é Cavalcanti, ou se é Cavalgado”

Nobres canibais – Para os índios canibais que viviam na época do Brasil colônia, sobrenome era uma questão de aquisição: eles iam agregando os das pessoas que comiam! Todos nasciam com apenas um e iam colecionando ao longo da vida – a quantidade era motivo de orgulho e ostentação

Assinatura em peso – A família imperial brasileira sempre teve nomes quilométricos (d. Pedro I tinha mais de 15 sobrenomes). Era uma forma de homenagear os antepassados mais próximos e também um hábito da nobreza portuguesa, que gostava de incorporar o nome de pais, tios e avós aos novos membros da família



Você acredita, que na certidão de nascimento da tia da minha mãe não tinha sobrenome! Sim contava apenas como Nadir e nada mais. bom seja lá como foi que os sobre nomes surgiram ele vieram para ajudar e é bem interessantes saber como eles surgiram, o meu opa (avô em Alemão) falou que na Alemanha foi por causa da guerra então la os sobrenomes em sua grande maioria tem a ver com a profissão a exemplo de Schumacher (quer dizer fazedor de sapato) por que ele era sapateiro Bauer que é fazendeiro, Schmied que é muito conhecido que dizer ferreiro, bem legal isso não?

Ética e Cidadania (4º Bimestre) - 2016

Em vídeo, artistas dizem que nunca quiseram censurar biografias . 



Integrantes do Procure Saber admitem ausência de autorizações prévias. Roberto Carlos, Gil e Erasmo falam em vídeo divulgado nesta terça.

Os cantores Roberto Carlos, Gilberto Gil e Erasmo Carlos assumem uma postura diferente da que vinha sendo defendida anteriormente em relação à publicação de biografias, em um vídeo divulgado na noite desta terça-feira (29) pelo grupo Procure Saber, do qual fazem parte, ainda, artistas como Chico Buarque e Caetano Veloso. (Veja ao lado).

Os cantores continuam defendendo seu direito a privacidade e intimidade, mas têm um discurso novo quando abordam a questão das autorizações prévias, e chegam a admitir que já tiveram uma posição mais "radical", de acordo com as declarações no vídeo publicado no perfil do Procure Saber no Facebook.

"Quando nos sentimos invadidos, julgamos que temos o direito de nos preservar, e de certa forma preservar a todos que de alguma forma não tem, como nós temos, o acesso à mídia, ao Judiciário, aos formadores de opinião", diz Gil.

"Julgamos ter o direito de saber o que de privado, de particular existe em cada um de nós, em nossas vidas", afirma Roberto, que ganha um complemento de Erasmo: "Este é um ponto que não podemos delegar a ninguém, decidir o que nos toca, a cada qual, intimamente. Decidir o que nos constrange e nos emociona".
"Nunca quisemos exercer qualquer censura. Ao contrário, o exercício do direito à intimidade é um fortalecimento do direito coletivo. Só existiremos enquanto sociedade se existirmos enquanto pessoas", afirma Gil.

“Se nos sentirmos ultrajados, temos o dever de buscar nossos direitos, sem censura prévia, sem a necessidade de que se autorize por escrito quem quer falar de quem quer que seja”, explica Erasmo. "Não negamos que esta vontade de evitar a exposição da intimidade, da nossa dor, ou da dor dos que nos são caros, em dado momento nos tenha levado a assumir uma posição mais radical", admite Roberto.
"Mas a reflexão sobre os direitos coletivos e a necessidade de preservá-los, não só o direito à intimidade e à privacidade, mas também o direito à informação, nos leva a considerar que deve haver um ponto de equilíbrio entre eles", acrescenta Gil. "Queremos, sim, garantias contra os ataques, os excessos, as mentiras, os aproveitadores", diz ainda.

"Confiamos que o poder judiciário há de encontrar uma maneira de conciliar o direito constitucional à privacidade com o direito também fundamental de informação”, acrescenta Roberto.

"O debate nos faz bem, nos amadurece, nos faz mais humanos, mais humildes. Agradecemos a todos os que se expuseram conosco, que tiveram suas vidas expostas em nome de uma ideia e que por isso foram chamados de censores", diz Gil em outro trecho.

Insistindo no ponto sobre não serem a favor da censura, o vídeo é encerrado por Roberto Carlos, que diz: "não queremos calar ninguém, mas queremos que nos ouçam".

 A divulgação do vídeo acontece dois dias após uma entrevista de Roberto Carlos ao programa “Fantástico”, na qual ele disse ser a favor da publicação de biografias sem autorização prévia, mas com “conversas e ajustes” entre autores e biografados ou seus representantes.

Em 2007, o cantor moveu uma ação contra o jornalista e historiador Paulo César de Araújo, autor de "Roberto Carlos em detalhes", e conseguiu que o livro fosse recolhido das lojas e tivesse sua venda proibida.


Procure Saber

Fonte: G1

 A meu ver, não adianta lutarem mais, todos já sabem da vida desses artistas, não há nada que eles poderiam fazer para que ninguém mais saiba!! É claro que é errado expôr a vida da outra em um livro , que seria a biografia, mas com a permissão acho que tudo estaria resolvido! Todos devem ter privacidade e intimidade, não digo o contrário disso, porém se esses artistas estão no meio público, não tem muito o direito de reclamar que suas vidas sejam públicas! Não acho que seja ético falar sobre a vida da outra sem permissão, eu se fosse repórter, mesmo sabendo que posso fazer isso, não faria, porque eu não concordo, não acho certo. Penso que, as biografias não deveriam ser CENSURADAS e sim AUTORIZADAS antes de serem publicadas, pois assim ninguém sairia mal da história e essa ação de falar do outro em um livro, viraria ética e não seria desleal a um cidadão! 

Ciências (4º bimestre) - 2016

Por que a parafina da vela não queima?


Faltou energia elétrica? É hora de tirar as velas da gaveta para não ficar no escuro, elas queimam por horas e são uma boa fonte de luz, sem contar que também são muito baratas e são encontradas em qualquer mercado.

Se você acender uma vela logo que a noite chegar, posso garantir que na hora de dormir você terá que apagá-la, mas, como com que um simples barbante coberto por cera pode durar tanto tempo?

Em primeiro lugar vamos entender como funcionam os componentes principais de uma vela, o pavio e a cera. O pavio é um simples barbante absorvente que, se queimado sozinho, queimaria em menos de dez segundos e a cera de parafina é um hidrocarboneto pesado que vem do óleo cru. Opa, hidrocarboneto de óleo? Isso não deveria queimar?

Sim, e é exatamente o que acontece, a parafina e o barbante trabalham juntos para manter a vela acesa por mais tempo.

Quando a chama é acesa pela primeira vez no barbante, esse aquece rapidamente a cera de parafina, que sai do estado sólido e entra no estado liquido, a partir daí a mágica começa a acontecer, o barbante, por ser absorvente, absorve a parafina que agora está no estado liquido para si, essa é atraída para o topo do barbante por ser um combustível, o calor da chama a transforma em vapor e esse vapor é queimado no topo do barbante. Eis que surge a chama que queima tão lentamente.

O pavio não queima nesse processo porque a parafina o mantém isolado das chamas quando atinge o seu topo, ele só vai ser queimado novamente quando toda a cera ao seu redor tiver sido derretida e a parafina tiver evaporado, isso explica o fato das velas mais grossas durarem mais e é por isso que a vela demora tanto para ser queimada.

Concluímos com a matéria de hoje que em uma vela, na verdade não é o pavio que gera a chama, mas sim a parafina! Também vimos que a parafina é a responsável por você poder ter a mesma luz durante a noite toda.


As velas realmente são um sistema incrível de iluminação: o combustível é a embalagem. Existem duas partes que trabalham juntas numa vela:
o combustível, feito de algum tipo de cera
o pavio, feito de algum tipo de corda absorvente
A cera de parafina pode se queimar sozinha, mas ela é como óleo de cozinha, de motor e carvão, que você tem que esquentar muito para começar a combustão. Um incêndio no óleo é muito intenso e muito difícil de se apagar. A parafina é a mesma coisa. Numa vela, isto funciona muito bem: só a pequena quantidade de cera do pavio está quente o bastante para evaporar e queimar.
Então legal saber de tudo isso, então agora tome cuidado a onde você vai acender uma vela, para não pegar fogo a onde não deve.

Politica (4º bimestre) - 2016


Como é eleito o Presidente dos EUA?


O Presidente dos Estados Unidos é eleito pelo voto do Colégio Eleitoral

As eleições presidenciais nos Estados Unidos da América parecem confusas para você? Não se preocupe, é por que elas são mesmo confusas. A principal diferença entre eleger um presidente lá e no Brasil é que por aqui o voto direto do povo é que manda. Já nos EUA, o voto popular não conta tanto assim. Entenda melhor:

Regras do jogo

Para se candidatar à Presidência nos Estados Unidos é preciso ter 35 anos de idade ou mais, ser nascido no país e viver lá por pelo menos 14 anos.

Além disso, o voto nos Estados Unidos é feito por meio de cartões perfurados e, o principal, não é obrigatório. Para se ter uma idéia da participação política dos norte-americanos, na última eleição para Presidente, dos cerca de 300 milhões de habitantes do país, apenas 142,072 milhões de eleitores se registraram para votar.

As eleições ocorrem, geralmente, no mês de novembro.

Eleições Primárias

Em primeiro lugar, os norte-americanos escolhem os candidatos à Presidência de cada partido. Há vários partidos nos EUA, porém, os dois majoritários e que elegem mais Presidentes são o Democrata e o Republicano.

Para decidir quem representará o partido nas eleições, são feitas eleições primárias (ou prévias) em todos os Estados, para que o povo escolha quem será o candidato de cada partido. Quem escolhe os candidatos à indicação do partido são os delegados partidários. Cada Estado, então, decide como serão as primárias, abertas, fechadas, livres ou do tipo “cáucus”. Dessa forma, decidem se os votantes devem ser filiados aos partidos, se podem participar das prévias dos dois partidos, e etc.

As prévias começam bem antes das eleições à Presidência e o candidato escolhido é confirmado nas Convenções Partidárias. O candidato nomeado como candidato à Presidente escolhe quem será o seu vice.


Colégios Eleitorais

Como foi dito acima, nos Estados Unidos, o povo não vota diretamente em seu candidato à Presidência da República. A população decide quem vai escolher o seu líder governamental, os chamados “superdelegados” (ou apenas delegados).

Mas vamos por partes: cada estado tem um número de delegados, que é relativo ao número de habitantes. Quanto mais populoso o Estado, maior o número de delegados. Assim, é constituído o Colégio Eleitoral estadual, que deve ter, no mínimo, três delegados. Como a Constituição, em 1787, instituiu a autonomia dos Estados, cada um dos 50 existentes nos EUA decide como escolherá seus delegados (se os eleitores devem ser filiados ou não aos partidos, por exemplo).

Ao todo, há um número de 538 delegados que fazem parte do Colégio Eleitoral nos Estados Unidos. Para ser eleito, o candidato deve ter o voto de 50% mais um dos delegados (271). Por mais que o candidato tenha votos populares, o mais importante é ter votos do Colégio Eleitoral, pois é ele que escolhe o novo Presidente.

Na maioria das vezes, o Colégio Eleitoral segue a tendência dos votos populares, elegendo o mesmo candidato votado pelo povo. Porém, por quatro vezes, os delegados optaram por um candidato não escolhido pelo voto popular. Em 2000, por exemplo, o candidato democrata Al Gore teve mais votos populares que o republicano George W. Bush, um total de 51.003.926 contra 50.460.110. Porém, Bush teve mais votos no Colégio Eleitoral (271 a 266) e acabou elegendo-se Presidente dos Estados Unidos.

O Estado com o maior número de delegados é a Califórnia, que possui 36 milhões de habitantes e 55 delegados. Vencer na Califórnia representa conquistar 10% dos votos de todos os delegados do país e uma vantagem para o candidato.

Parte de cédula eleitoral do condado de Davidson, no estado do Tennessee, nos EUA

Curiosidades 

♦ Esse modelo de eleição foi instituído no momento da criação da Constituição dos Estados Unidos, em 1797. Naquela época, cada Estado queria manter seus direitos, principalmente os menores, que temiam ser dominados pelos maiores. Os líderes estaduais não confiavam no povo para escolher o Presidente e, então, decidiram que mandariam seus delegados (como seus representantes) para fazer a eleição. 

♦ Se nenhum candidato conseguir o número de votos no Colégio Eleitoral necessário para ser eleito Presidente (217), a Câmara de Representantes decide quem será o novo líder governamental dos EUA. 

♦ Nos EUA, há também eleições para substituir 34 dos 100 Senadores, os 435 Deputados e os governadores de alguns estados. 

♦ O mandato de um Presidente nos Estados Unidos dura quatro anos e ele só pode ser reeleito uma vez, como no Brasil.


Fonte: Mundo Educação


Ou seja... Complicado votar? complicado se eleger? ou os EUA que estão certo? Não é essa bagunça igual aqui do Brasil onde o Palhaço, o analfabeto, a fanqueira, qualquer um pode se candidatar, la até o delegado de policia é o povo quem escolhe, enquanto aqui ficamos a merce de pessoas corruptas e S... (não sei se posso escrever isso mas fica a minha intenção). Onde até o presidente que leva um impeachment por roubo tem direito a aposentadorias e mordomias para o resto da vida (já não basta o que ele roubou?) e depois de um tempo pode se eleger de novo, como é o caso do nosso ex presidente Fernando Collor de Mello e agora a nosso ex presidenta Dilma Vana Rousseff, tinha que dar era cadeia para eles e deixa-los sem nada assim como estão deixando os nosso aposentados.

Complementado a matéria.
As eleições presidenciais dos Estados Unidos oferecem muitas opções para aqueles que se recusam a votar na democrata Hillary Clinton ou no republicano Donald Trump. Na verdade, os eleitores têm este ano centenas de candidatos para escolher -- na Comissão Eleitoral Federal há mais de 1.800 candidaturas registradas, embora muitas sejam de pessoas que aparentemente não fizeram campanha de fato.
Existem três formas de concorrer à presidência dos Estados Unidos: sendo indicado por um partido, como candidato independente ou como candidato inscrito. Os mais conhecidos e votados sempre são os do primeiro tipo, neste ano representados por Hillary, Trump, Johnson e Stein.
Para um independente, já é difícil até mesmo ter seu nome incluído nas cédulas. Para isso, é preciso apresentar uma petição somando pelo menos 880 mil assinaturas em todos os 50 estados do país. As únicas exceções são os estados de Colorado e Louisiana, que aceitam o pagamento de taxas no lugar de assinaturas.
Já os inscritos não aparecem nas cédulas, e os eleitores precisam escrever seus nomes ao votar. Para se candidatar nessa categoria, 34 estados exigem o preenchimento de um requerimento para que possíveis votos sejam válidos e outros sete dispensam esse procedimento. Nove estados, porém, não aceitam as candidaturas de inscritos.
De acordo com uma pesquisa, a grande maioria dos americanos (60%) gostaria de alterar o sistema eleitoral nos Estados Unidos.
Quase metade (45%) acha que o país deve passar totalmente para o sistema "uma pessoa — um voto".
Respondendo à pergunta: ''Você concorda com o atual sistema eleitoral nos Estados Unidos"? 15% dos americanos responderam que gostariam de mudar para um novo algoritmo de votação que incluísse princípios do sistema atual e do sistema "uma pessoa — um voto". Apenas 22% dos habitantes dos EUA consideram que o atual sistema deve permanecer, 16% responderam "não sei" e 2% deram outras opções de resposta.

Educação (4º bimestre) - 2016

Em que país os alunos passam mais tempo na escola?


Na Austrália, onde os alunos passam mais de 20 anos de sua vida na escola. Isso significa que um australiano estuda 20,3 anos, do ensino fundamental até terminar a faculdade! É essa média de anos de estudo da população a variável analisada pelo Global Education Digest de 2007. O estudo é uma publicação anual da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Outros órgãos fazem a medição em horas-aula diárias, como a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas, como consideram menos países, não é possível cravar um resultado preciso. Um dos países que têm mais horas-aula, por exemplo, é a China, cujos dados a OCDE não conta. Mas, segundo a Chinese Youth and Children Research, as crianças chinesas podem passar até 12 horas diárias estudando, até nos fins de semana! Então, se você reclama de que passa tempo demais na escola aqui no Brasil, confira abaixo quantos anos alunos de diversos países passam esquentando a bunda na carteira e como é a vida de estudante mundo afora.😉

LANTERNINHA

Os piores do ranking, além destes três países, incluem Benin, Burkina Fasso, Burundi, República Centro-Africana, Comores, Costa do Marfim, Etiópia, Mali e Togo, todos com 0,1 ano. Em Mali, só 19% do povo é alfabetizado

FORA, ESTRANGEIROS

Apesar da boa posição na lista, a Bélgica é dureza para os estudantes estrangeiros ou descendentes de imigrantes. Lá, eles têm a menor chance de chegar à universidade e, em matemática, têm desempenho muito pior que os nativos

ESCOLA EM CASA

Nem só de escolas formais vive a Dinamarca. Lá, o childminder, pessoa que cuida de quatro ou cinco crianças a partir de 26 semanas de idade em sua própria casa, é reconhecido oficialmente pelo Estado como educado.

HERANÇA SOVIÉTICA

A herança dos tempos da União Soviética ainda é sentida no país. Um exemplo disso é o sistema educacional. Muitas escolas, mesmo de educação infantil, ensinam em russo, e não na língua oficial do país, o estoniano.

DO BÁSICO AO SUPERIOR

Quantos anos os estudantes ralam na soma dos ensinos fundamental, médio e superior

FIM DA FILA

Níger, Djibuti e Burkina Fasso também vão mal na lista do acesso à educação por gênero. No Níger, os garotos estudam um ano a mais do que as garotas. A vida escolar no país dura, em média, 4 anos para eles e 2,9 para elas.

E$TUDO EM ALTA

Dos países que aparecem no pódio dos anos de estudo, o único que também figura entre os que mais gastam em educação, em proporção do produto interno bruto, é a Islândia. O país investe 7,7% de sua renda em educação.

CULTURA NATIVA

Os maoris, povo nativo da ilha e que representa 1/7 da população neozelandesa, estão ganhando popularidade. Desde 2002, o número de estudantes nas escolas públicas que ensinam a língua e a cultura desse povo cresceu 16%

WELCOME, WORLD!

A Austrália é o quinto país que mais recebe estudantes estrangeiros de nível superior, atrás de EUA, Reino Unido, França e Alemanha. Em 2005, os forasteiros eram 207 264, a maioria vinda de nações da Ásia.


Cruz Credo !!! Não gosto nem de pensar em estudar seis horas e meia por dia , imagina 20 anos ...!!! Mas sempre devemos ver tudo pelo seu lado BOM , tipo o bom disso é que essas pessoas vão ser muita educadas e vão ter uma garantia de ser pelo menos alguém na vida , enquanto isso , em muitos países as pessoas não são tão educadas e não tem essa garantia de ser alguém , incluindo o nosso país ! Porém para algumas crianças que estudam durante essa quantidade de anos pode ser ruim , porque nem todas as crianças se dão bem com as outras e acabam sofrendo BULLYING e assim o colégio vira uma prisão , onde não há quem goste de você ou alguém que você goste , bom esse é o lado ruim . Mas esse benefício de ser uma pessoas com muitos conhecimentos , é realmente ótimo para sua carreira profissional . Talvez nem tudo seja tão ruim , quanto parece !!!